AMOR

Amor… O que é o amor? Sensação? Reação química? Sentimento? Ação? O amor é o que o amor faz?

Se for isso mesmo (uma ação), porque será que, aquela pessoa que nada fez numa relação, só recebeu, ama? Qual foi a ação dessa pessoa para ter/sentir amor? Vendo do outro lado: por que será que, aquela que só fez (ou seja, demonstrou uma ação amorosa), deixou de amar? Alegando se sentir cansada de ser a única a se esforçar?

E se o amor for só uma consequência de reações químicas? E se tudo que você sentir, for uma derivação de algumas ações e reações que ocorrem no seu corpo? Imagina… Você sente um cheiro, que desperta uma reação e, essa reação, denominamos de amor.

Que loucura não?

Um cheiro que, ao passar pelas suas narinas, pode liberar algumas reações químicas que – não sei porque – denominamos de amor. Se formos mais fundos nessa maluquice, podemos pensar que, por algumas reações “a mais ou a menos” o ódio é um sentimento diferente do amor. Será que é por isso que o amor é tão próximo do ódio?

Tá, tudo bem. O amor pode não ser bem isso, podemos estar viajando um pouco nos pensamentos. Mas que o amor é, algo que nunca conseguiremos explicar e que sempre queremos sentir… ah, com certeza.

Duvida? Olha isso: quando correríamos atrás de alguém por conta de um sentimento abstrato que ninguém seria capaz de explicar? Por que fazemos isso? Se o amor fosse tão ruim, por que tanta gente correria atrás dele? E mais, por que tanta gente sofreria para tê-lo?

Mas, que o amor é complexo, ele é sim. E muito por sinal.

Pare e pense neste diálogo sobre alguém que se apaixonou por conta de ações de uma respectiva pessoa, e hoje a ama…

 – Por que você corre atrás do(a) fulano(a) – Cérebro

 – Ah, por que eu o(a) amo. – Pessoa

 – Por que você o(a) ama? – Cérebro

 – Porque ele(a) fez isso, isso e aquilo. – Pessoa

 – Por que, ele(a) ter feito tudo isso, despertou esse sentimento em você que, em outra pessoa não despertaria? – Cérebro

 – Porque eu gosto disso que ele fez. – Pessoa

 – Então se qualquer outra pessoa do mundo fizer, você o amará? – Cérebro

 – hmmmm, não sei. – Pessoa

 – Então vamos lá. O que você ama? Ama a ação feita pela pessoa? A pessoa fazendo a ação? Só a pessoa, e tudo que ela fizer, você considerará maravilhoso? Ou não sabia que amava até ver a ação e causar esse sentimento no seu corpo? – Cérebro

O que você amou primeiro? A pessoa? A ação que a pessoa fez? Os dois?… Quando o amor será mais forte (ou mais rápido), quando juntar a ação que você ama com a pessoa? – Cérebro

O amor é complexo. Mas, sua complexidade nunca espantou quem o quis. Não será hoje que isso vai acontecer. Apesar dos efeitos, o amor ainda é a maior causa de alegria, felicidade, tranquilidade, contentamento, … que existe. Ame, os riscos valem a pena. Por mais que não saibamos ao certo o que é tudo isso, temos certeza que ele (sim, o amor) nunca erra.

O que é o amor para você?

Para mim é

Sentimento,

Ação,

Forte reação.

Ao tempo que é constância… é mudança.

Denominador comum nos seres humanos, onde alguns tentam escutá-lo enquanto outros tentam silenciá-lo.

O que é amar para você?

Fazer despertar essa reação na outra pessoa?

Ou, não liga para isso? só quer viver?

E se as suas ações forem boas para alguém, ok, valeu a pena!?

O que é amor para alguém como você?

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Um comentário

  1. O amor a princípio parece ser egoísta… amamos quem faz algo por nós, ou que faz algo como nós. Pode ser a mãe, que nos gera e nos cria. Pode ser um amigo, que compartilha dos mesmos gostos. Pode ser uma esposa, que nos atrai, nos trata bem e nos respeita. Parece que o amor é uma reação a quem (ou o que) interage conosco, seguindo as regras do que nos agrada. Seria egoísta? Nunca. Amar é retribuir a quem faz, dando tudo que somos.

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